Voltar à página inicial  Listar Conteúdos  Procurar no Google

Apresentação

 

A Organização Portuguesa de Transplantação (O.P.T.) foi criada por despacho de 09/08/96 de Sua Excelência a Ministra da Saúde publicado no D.R. 204 II série de 03/09/96.

Na sua génese interveio uma acção que se iniciou alguns anos antes com a designação de assessor técnico para a transplantação no Gabinete do Ministro da Saúde, assessoria que foi substituída por um Coordenador Nacional de Transplantação que, na prática, tinha as atribuições e competências que hoje se encontram reunidas na O.P.T., que é constituída pelas seguintes entidades:

São competências da O.P.T., entre outras apontadas no respectivo despacho, as seguintes:

Portugal tem uma população de cerca de 10 milhões de habitantes, dispõe, actualmente, de 4 Centros de Transplantação Cardíaca e Pulmonar, 3 de Transplantação Hepática, 8 de Transplantação Renal, 1 de Transplantação Pancreática, 6 de Transplantação de Medula e 11 de Transplante de Córnea.

A actividade de coordenação de transplantes encontra-se dependente dos designados Gabinetes de Coordenação de Colheita de Órgãos e Transplantação (G.C.C.O.T.).

Estes, num número total de 5, encontram-se localizados em 5 dos Hospitais Centrais do País:

São funções destes Gabinetes:

  1. Articularem-se entre si e com as Unidades e Centros de Transplantação, bem como com os Centros de Histocompatibilidade (3 a nível Nacional) para permitir a adequada e atempada Colheita e Transplante de Órgãos bem como a deslocação das equipas de colheita.

  2. Efectuar a consulta ao Registo Nacional de Não Dadores, em funcionamento desde 1994.

  3. Identificar os potenciais dadores e comunicar tal facto às equipas de transplantação, prestando-lhes toda a colaboração necessária.

  4. Desenvolver no Hospital em que se encontram e junto dos estabelecimentos de Saúde todas as acções que possam contribuir para a melhoria da actividade de Colheita e Transplantação.

  5. Desempenhar toda a actividade de coordenação de transplante a nível nacional e internacional.

Cada um destes Gabinetes dispõe de um Director e de um número variável de Coordenadores Médicos e/ou Enfermeiros, dependente das características de cada Hospital. Encontram-se apetrechados com todos os meios de comunicação necessários a um intercâmbio permanente e imediato entre as Unidades de Colheita, Transplantação e Centros de Histocompatibilidade.

Actualmente existem em Portugal entre 15 a 20 Coordenadores de Transplantes.

Os Coordenadores de transplantação são seleccionados pelos Directores dos Gabinetes segundo o seu perfil, conhecimento cientifico e disponibilidade, tendo a quase totalidade frequentado Cursos de Formação apropriados quer do Eurotransplante, quer dos cursos T.P.M. de Barcelona, quer do Departamento de Formação Profissional do Ministério da Saúde em Lisboa.

Estes Gabinetes orientam as acções de Coordenação de Transplante quer no Hospital em que estão instalados, quer em outros Hospitais da sua zona de influência.

Os 5 Gabinetes de Coordenação estão integrados na Organização Portuguesa de Transplantação (O.P.T.), contribuindo assim para a dinamização, acompanhamento e avaliação de toda a actividade de Transplantação em Portugal.

Estão assim lançadas as bases para um trabalho profícuo e organizado, visando fundamentalmente o correcto tratamento do doente de um modo que pretendemos que seja eficaz e transparente.

Para tal contamos com a colaboração de todos os que estão directa ou indirectamente envolvidos na actividade de colheita e transplantação de órgãos e tecidos.

Optimizado para Internet Explorer 4.0 ou superior

Desenvolvido por: Organização Portuguesa de Transplantação - 2007

Símbolo de Acessibilidade à Web[D] Actualizado: quarta-feira, 06 de Junho de 2007 17:14